Grande elenco contando com nomes como, Michael Keaton, Gary Oldman e Samuel L. Jackson; e dirigido pelo brasileiro José Padilha (Tropa de Elite 1 e 2), o filme tem um ótimo roteiro, os efeitos são ótimos e algumas cenas de cunho bastante naturalista (Murphy sem armadura, por exemplo) ficarão na nossa mente por muito tempo. No papel principal temos Joel Kinnaman, que coube direitinho no papel, mas não me fez esquecer o querido Peter Weller (Robocop dos anos 80). O que mais me agradou no novo Robocop, foi o questão humana que em nenhum momento é deixada de fora, a porção orgânica de Murphy, apesar de fragilizada, consegue ser mais forte do que toda aquela parafernalha metálica e digital que o compõe! O filme tem um lado bastante crítico sobre como os EUA sempre querem se enfiar onde não são chamados e acham que o mundo inteiro precisa deles, essa crítica é feita de maneira bastante bem humorada através do personagem Pat Novak (Jackson).
Quem é fã dos outros filmes de Robocop (com exceção do terceiro que foi trash), com certeza vai gostar dessa nova versão; a mesma trilha sonora está lá (me arrepiei toda quando ouvi a musiquinha) e o novo Alex Murphy é quase tão cativante quanto o antigo!
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