terça-feira, 24 de junho de 2014

Transcendence

Um filme, no mínimo, intrigante! Você já imaginou o mundo que conhecemos sem internet? Até que ponto você é dependente dessa tecnologia? Quem domina quem? Essas são algumas das questões que o filme apresenta.
Johnny Depp vive o Dr. Will Caster, um famoso pesquisador de Inteligência Artificial que estuda a possibilidade de transferir consciência animal para um computador. Sua pesquisa atrai muitos admiradores, mas também atrai ódio de um grupo de hackers que não concorda com seus estudos. Ao sofrer um atentado, Will Caster se vê obrigada a frear suas pesquisas, mas sua esposa, também pesquisadora, leva os estudos para outro nível e, por amor, ele resolve realizar os sonhos da mulher.
O elenco também conta com astros como, Morgan Freeman, Paul Bettany e Cillian Murphy.
Quando o filme acabou fiquei tentada a sumir totalmente do mundo digital, o que não é mais possível, pois, por mais que excluamos nossa vida virtual, tudo que já postamos na vida está gravado por aí! Não temos mais privacidade e isso não pode ser bom! Assistam Transcendence e reflitam um pouco sobre o que nos aguarda!

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Malévola

A vilã mais assustadora e também a mais popular do universo Disney está de volta! Malévola ganha vida com a bela e talentosíssima Angelina Jolie, que mais uma vez enche a tela com todo seu charme!
O filme é um reconto do clássico, já contado pelos irmãos Grimm e pelo francês Charles Perrault, A Bela Adormecida, mas a bela princesa é apenas a coadjuvante da história; todo o destaque está na história de vida de Malévola.
Nesse reconto, Malévola é uma fada que tem suas asas roubadas por alguém que a jurou amor, então ferida e com sede de vingança ela amaldiçoa a filha do homem que a enganou. A cena da apresentação da criança, quando Malévola chega para amaldiçoar é idêntica a cena original da Disney e ficou linda!! O filme tem uma fotografia maravilhosa, efeitos visuais e sonoros ótimos e um figurino de cair o queixo.
Mas o desenrolar do filme e o desfecho são surpreendentes (bastante diferente do que conhecemos), não pretendo contá-los aqui, sabemos que desde o reconto de Rapunzel e produções como Valente e Frozen, a Disney vem modernizando seus valores e mostrando que não há alguém 100% bom ou 100% ruim, dentro de cada um tem um pouco de tudo.

P.S.: Quando acabar o filme, espere o letreiro para ouvir a música tema "I know you/Foi você" na voz de Angelina Jolie, ficou macabro, mas lindo!!!

♫Foi você o sonho tão lindo que eu sonhei...♫

domingo, 1 de junho de 2014

X-Men: Days of future past

Comecemos pela sinopse:
Uma guerra está extinguindo os mutantes do planeta, apenas poucos alunos da Escola Xavier sobreviveram e tentam resistir às poderosas Sentinelas idealizadas pelo Dr. Trask. Para tentar vencer a guerra, a única maneira é voltar ao ano de 1973 e impedir que Mística assassine o criador das sentinelas. Wolverine é mandado, na verdade sua consciência, para seu corpo mais jovem nos anos 70 e a ele cabe a missão de reunir Xavier e Magneto por uma causa em comum.
Vamos à análise:
Passado e futuro não interagem como esperado, Wolverine é o único elo entre os dois mundos e que faz parecer, algumas vezes, se tratar de dois filmes diferentes. As peças do futuro ficaram soltas, suas funções questionáveis; e quanto aos do passado... Aí sim! O elenco de First Class dá um show como anteriormente, os jovens Magneto e Xavier atuam brilhantemente e Mística é, de longe, o centro da trama! Tempestade e Bobby poderiam não participar da trama que o filme seguiria o mesmo, são acréscimos inúteis à história; já no passado, o acréscimo de Peter/Silverquick (quem leu os gibis ou assistiu aos desenhos de X-MEN Evolution, sabe de quem se trata) foi um espetáculo a parte, o jovem protagoniza cenas com ótimos efeitos especiais e toques de comédia. O filme acontece, na maior parte do tempo no passado e isso é ótimo, pois o jovem elenco de First Class é que nos mantém ligados na telona.
Conclusão:
Tentarei não ir mais ao cinema com tanta expectativa... A impressão ao sair do cinema é que faltou alguma coisa... Os efeitos são ótimos, rever atores que estavam lá desde o primeiro filme da franquia foi gratificante... Mas ainda assim faltou alguma coisa! Não quero dizer que Brian Singer seja um diretor ruim, mas talvez de Matthew Vaughn (realizador de First Class) tivesse assumido a direção da trama, teríamos um filme mais empolgante e envolvente!

P.S.: Tem cena extra depois do letreiro final!