Uma guerra está extinguindo os mutantes do planeta, apenas poucos alunos da Escola Xavier sobreviveram e tentam resistir às poderosas Sentinelas idealizadas pelo Dr. Trask. Para tentar vencer a guerra, a única maneira é voltar ao ano de 1973 e impedir que Mística assassine o criador das sentinelas. Wolverine é mandado, na verdade sua consciência, para seu corpo mais jovem nos anos 70 e a ele cabe a missão de reunir Xavier e Magneto por uma causa em comum.
Vamos à análise:
Passado e futuro não interagem como esperado, Wolverine é o único elo entre os dois mundos e que faz parecer, algumas vezes, se tratar de dois filmes diferentes. As peças do futuro ficaram soltas, suas funções questionáveis; e quanto aos do passado... Aí sim! O elenco de First Class dá um show como anteriormente, os jovens Magneto e Xavier atuam brilhantemente e Mística é, de longe, o centro da trama! Tempestade e Bobby poderiam não participar da trama que o filme seguiria o mesmo, são acréscimos inúteis à história; já no passado, o acréscimo de Peter/Silverquick (quem leu os gibis ou assistiu aos desenhos de X-MEN Evolution, sabe de quem se trata) foi um espetáculo a parte, o jovem protagoniza cenas com ótimos efeitos especiais e toques de comédia. O filme acontece, na maior parte do tempo no passado e isso é ótimo, pois o jovem elenco de First Class é que nos mantém ligados na telona.
Conclusão:
Tentarei não ir mais ao cinema com tanta expectativa... A impressão ao sair do cinema é que faltou alguma coisa... Os efeitos são ótimos, rever atores que estavam lá desde o primeiro filme da franquia foi gratificante... Mas ainda assim faltou alguma coisa! Não quero dizer que Brian Singer seja um diretor ruim, mas talvez de Matthew Vaughn (realizador de First Class) tivesse assumido a direção da trama, teríamos um filme mais empolgante e envolvente!
P.S.: Tem cena extra depois do letreiro final!
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